FETO 2026
Bem-vindes, bem-vindas e bem-vindos!
Em 2026, o FETO – Festival Estudantil de Teatro chega à sua 23ª edição e está de volta aos encontros presenciais!
Desde 1999, o festival vem construindo uma história dedicada ao teatro feito por estudantes de diferentes lugares do Brasil. Mais do que apresentar espetáculos, o FETO nasceu do desejo de promover encontros, formação, convivência e troca — entre estudantes, artistas, professores, pesquisadores e público.
Ao longo dessa trajetória, nem todos os anos puderam se transformar em uma edição, mas o trabalho, o desejo e os esforços para manter o FETO vivo nunca deixaram de existir. Por isso, essa retomada tem um sabor tão especial para nós.
E voltamos celebrando aquilo que sempre esteve no coração do Festival: o encontro.
Encontro entre diferentes territórios, gerações, experiências e formas de fazer e pensar teatro. Um espaço onde muitos bandos chegam, se aproximam, se atravessam e constroem algo em comum.
Nesta edição, queremos novamente o olho no olho, as conversas, as descobertas, os afetos, os palcos ocupados e toda a potência que nasce quando estamos juntes.
Qual o seu bando?
Venha com o seu. Encontre outros por aqui.
Que alegria ter o FETO de volta. Que alegria poder viver tudo isso juntes novamente!
Com carinho,
Equipe FETO
ABERTURA FETO

Há uma festa sem começo que não termina com o fim
com Pavilhão da Magnólia (Fortaleza / CE)
27/10 (terça-feira)
19h – GALPÃO CINE HORTO
SINOPSE
Uma peça, uma festa e um manifesto pela democracia e a diversidade.
O espetáculo “Há uma festa sem começo que não termina com o fim” estreou em Fortaleza em 2021, sendo a primeira obra apresentada ao público na retomada dos teatros após as medidas de isolamento na pandemia de covid-19. A criação apresenta uma pesquisa de linguagem que flerta com o documental e a palestra-performance, onde quatro atores Eliel Carvalho, Jota Júnior Santos, Nelson Albuquerque e Silvianne Lima, percorrem memórias pessoais e coletivas, como páginas de um livro vivo, e atualizam traços da ferida colonial num discurso agudo, íntimo e irreverente, nos mostrando que é no corpo que toda política fica gravada. Ao abordar temáticas como ancestralidade, gênero, racismo e o fazer artístico, o espetáculo instaura um manifesto em favor da democracia em tempos de assombro com os discursos da extrema-direita pelo mundo. A peça tem direção e dramaturgia de Francis Wilker, codireção e dramaturgismo de Thereza Rocha, e interlocução dramatúrgica de Ricardo Cabaça, artista português residente em Lisboa. O espetáculo tem se apresentado em importantes festivais e palcos de diversas regiões do Brasil e recentemente realizou circulação internacional na cidade de Porto e Lisboa, Portugal.
Duração: 110 min.
Classificação indicativa: 12 anos
Acessibilidade: Intérprete de Libras ![]()
FICHA TÉCNICA
Elenco: Felipe Carvalho, Ítalo Rui e Igor Santos, Nelson Albuquerque e Silviane Lima
Direção e dramaturgia: Francis Wilker
Codireção e dramaturgismo: Thereza Rocha
Interlocução dramatúrgica: Ricardo Cabral / Lisboa – Portugal
Direção musical: Demitri Túlio e Batalha de Rios
Coordenação técnica: Nelson Albuquerque
Direção de arte: Rodrigo Frota
Cenário e figurino: Ricardo Bessa
Estandartes: Li Mendes e Joaquim Sotero
Pesquisa de movimento: Thereza Rocha
Música: Leila Nobre
Instalação sonora: Ayrton Pessoa Boba
Voz em off: Priscila Catrern
Consultoria histórica sobre o teatro cearense: Ricardo Guilherme
Designer gráfico: Carol Veras
Fotos: Allan Diniz e Carol Veras
Coordenação geral: Michelle Sá e Tereza Papá
Produção executiva: Silviane Lima
Assistente de produção: Denise Costa
Comunicação: João Lucas e outros
Realização: Pavilhão da Magnólia e Casa Absurda.
ESPETÁCULOS (Escola de Teatro)
Esta categoria é voltada para estudantes de cursos superiores ou técnicos em Artes Cênicas.

Ganga
Com Coletivo ATERRA (São Paulo / SP)
28/10 (quarta-feira)
19h – TEATRO MARÍLIA
Essa é uma emergência: abandonem suas casas e sigam em direção ao ponto de encontro. A mineração segue a todo o vapor pelo curso do Rio Paraopeba, até invadir a história de Luzia Medeiros, funcionária de uma mineradora. De Vila Rica no século XVIII a Brumadinho no século XXII, Luzia descobre que “morre-se de febre e de fome sobre as riquezas da terra”.
Duração: 80 min
Classificação indicativa: 12 anos
Acessibilidade: Intérprete de Libras ![]()
Ficha técnica
Direção Geral: Clarice Chauí
Direção Musical: Clara Beatriz
Dramaturgia: Clarice Chauí, Clara Beatriz, danni vianna, Carlos del Poente
Elenco: Ana Fabrini, Bruno Fanin, Clara Beatriz, Gabi Cortez e Pedro Máximo
Preparação Corporal: Pedro Máximo
Iluminação: Bárbara Freitas
Sonoplastia: Leu de Souza
Figurino: Thamires Marques
Designer Gráfico: Gabriel Franco
Orientação: Lucienne Guedes
Provocação musical e teórica: Luciano Mendes de Jesus

Cabaré Cibernético
Com Cabaré Incoerente (Rio de Janeiro / RJ)
29/10 (quinta-feira)
19h – FUNARTE MG
Um cabaré em comunicação direta com a era digital. Entre bites, brilhos e beijos de silício, internautas de países inventados são convidados a uma viagem viral. A partir de múltiplas linguagens, a peça toca em temas que envolvem o uso das redes sociais e a associação da vida real com a virtual: a hiperssexualização, a manipulação, os aplicativos de relacionamento, a pane estrutural de um sistema em crise. Colocando o público como parte do jogo, o espetáculo envolve e chama para a festa quem estiver disposto a entrar no transe crítico e sensual proposto.
Duração: 120 min
Classificação sugerida: 18 +
Acessibilidade: Intérprete de Libras ![]()
Ficha técnica
Elenco: Beatriz Linhales, Chico Moraes, Isabella Brookes, Mavi Bello, Pedro Scovino e Tomás Santa Rosa
Direção: Luisa Rumchinsky
Diretora Assistente: Clara Roza
Direção Musical: Maria Bernardo
Direção de Produção: Mavi Bello
Produção Executiva: Clara Farroco e Tomás Santa Rosa
Direção de Comunicação: Tomás Santa Rosa
Mídias Sociais: Isabella Brookes e Chico Moraes
Dramaturgista: Beatriz Linhales
Banda: Maria Bernardo, Noé Ribeiro
Cenografia: Haru Vieira
Assistente de Figurino/Cenografia: Clara Abreu
Aderecista: Guigui Abacaxi
Iluminação e projeção: Vitor Hugo Guimarães
Op. de projeção: Clara Farroco
Direção Corporal: Grila Grimaldi
Programação Visual: Pedro Scovino
Supervisão: Christina Streva

Só + Duas Histórias Latino-americanas e Fim
Com O Mesmo Grupo (Salvador/BA)
30/10 (sexta-feira)
19h – FUNARTE MG
Dois olhares sobre um continente em chamas.
Em “Felizmente, acabou a censura”, que se passa na redação de um jornal no momento da queda da ditadura, uma equipe de jornalistas se vê presa em um impasse: como noticiar o fim de um regime opressor quando a censura deixou marcas profundas na liberdade de expressão?
Já “O homem que era uma fábrica” apresenta um homem que, cansado das péssimas condições de vida em sua terra natal, decide tentar a vida nos Estados Unidos, seduzido por promessas de mudança e progresso. Com encenação contundente e provocadora, a peça convida à reflexão sobre as estruturas de poder, a liberdade e as armadilhas do sistema econômico e político que seguem moldando nossa realidade.
Duração: 70 min
Classificação indicativa: 10 anos
Acessibilidade: Intérprete de Libras ![]()
Ficha técnica
Elenco: Alan Barbosa, Mário Luz, Natálie Souza, Rayone Borges, Sara Lima e Thalita Balbina
Direção: Michel Santana
Assistente de direção e Produção: Maria Clara Cardozo
Figurino, cabelo e maquiagem: Isabelle Silva
Cenografia: Clay Sabino
Assistente de cenografia: Maria Clara Cardozo
Iluminação: Milena Pitombo
Comunicação e Social Mídia: O Mesmo Grupo
Intervenções musicais: Michel Santana

Receita
Com Coletivo Sankofa (Belo Horizonte/BH)
31/10 (sábado)
19h – FUNARTE MG
Escrito por Nayara Leite, dirigido por Rogério Lopes e produzido pelos alunos recém formados do Teatro Universitário, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a peça aborda a temática da violência de gênero, sobretudo a doméstica, refletindo sobre a condição da mulher na sociedade e na família.
Duração: 80 min
Classificação indicativa: 12 anos
Acessibilidade: Intérprete de Libras ![]()
Ficha técnica
Dramaturgia: Nayara Leite
Direção: Rogério Lopes
Direção Musical e preparação vocal: Alice Cabral
Elenco: Caio Yanni, Camila Deusdedit, Fernanda Bumi, Ícaro Limeira, Júlia Oliveira, Karine Amai, Lívia Ferreira, Otávio Marlon, Víctor Morais Hilbert, Eliza Nunes, Víctor Morais Hilbert.
Preparadora corporal: Lívia Espírito Santo
Figurino, máscaras e adereços: Mari Teixeira
Maquiagem: Ana Laura Duarte Santos
Cenografia: Cristiano Cezarino e Rogério Lopes
Iluminação e operação: Veec Santos
Fotos: Nabá
Audiovisual: Erick D. Rodrigues e Ismael Tarkov
Operação de som: Hermis Robson
Produção: Fernanda Bummi, Júlia Oliveira, Otávio Marlon @otaviomarlon
ESPETÁCULOS (Teatro Na Escola)
Esta categoria inclui criações realizadas por estudantes do ensino fundamental, médio ou superior, não matriculados em cursos nas artes da cena.

O Pagador de Promessas
com Grupo TEMA (Teatro Marista) – Colégio Marista Dom Silvério
28/10 (quarta-feira)
16h – GALPÃO CINE HORTO
Em uma narrativa marcante sobre fé, integridade e intolerância, Zé do Burro faz uma promessa em um terreiro de candomblé pela recuperação de seu animal de estimação e melhor amigo: carregar uma pesada cruz de madeira até a Igreja de Santa Bárbara. No entanto, ao chegar à cidade, sua devoção pura e simples colide com a intransigência religiosa, o sensacionalismo da imprensa e a hipocrisia social. Nesta montagem, o clássico de Dias Gomes ganha vida pela força expressiva do Grupo TEMA, composto por estudantes do Ensino Fundamental e Médio do Colégio Marista Dom Silvério, que trazem para a cena um olhar sensível, potente e atual sobre o drama e as contradições humanas.
Duração: 90 min
Classificação: 10 anos
Acessibilidade: Intérprete de Libras ![]()
@maristadomsilverio | @aqueleitalo |@leandramarista
Ficha técnica
Realização: Solar Meninos de Luz
Idealização: MUSA Cia Teatral
Dramaturgia: Maria Augusta Montera
Direção e preparação de elenco: Cheila Oliveira
Direção Musical e Trilha Sonora Original: Tauã de Lorena
Assistente de direção musical: Wesley Sant’Anna e Malice
Coreógrafo: Wesley Sant’Anna
Bonequeiro: Zé Luiz Reis
Orientação para manipulação de bonecos: Michelle Guimarães
Cenógrafa, Figurinista e Visagista: Mirely de Jesus
Assistente de cenografia e figurinos: Anna Aquino
Iluminação: Luiz Paulo Barreto
Designer Gráfica: Marcos Paulo Pinheiro
Direção Geral e Produção Executiva: Solar Meninos de Luz
Coordenação de Produção e Coordenadora da Escola de Teatro: Cheila Oliveira
Assistente de produção: Mirely de Jesus
ELENCO:
Ana Clara: Dona Raimunda/Senhora dos Caminhos e coros
Anna Aquino: Catirina, lavadeira e coros
Eduarda Kore: Lavadeira e coros
Eduarda Eiko: Lavadeira, escrivã e coros
Igor Nickal: Pai Francisco, capoeirista e coros
Johny Tabelini: Amo, João e coros
Jorge Henrique: Pajé, João e coros
Marcos Paulo: João
Malice: Tatiana
Mirely de Jesus: Capoeirista, Rainha e coros
Sollaris Silva: Capoeirista, João e coros
Wesley Sant’Anna: Mestre Capoeirista
EQUIPE SOLAR MENINOS DE LUZ:
Presidente e Diretora Pedagógica: Isabella Maltarolli
Vice Presidente/Diretor Administrativo: Guilherme Maltarolli
Coordenadora das Atividades Complementares: Alessandra Almeida
Projetos e Mobilização de Recursos: Mayra Andrade
Comunicação: Raquel Maia
Compras e Doações: Fernando Barbosa
Supervisor da manutenção e limpeza: Reginaldo Santos
Manutenção: Tarcísio Rodrigues e Sr. Carvalho
AGRADECIMENTOS ESPECIAIS:
Stephanie Dourado, Juliana Manhães, Jhuan Capella, Projeto Girô.

Grão
com Cia. de Teatro Bela Vista (Araraquara/SP)
30/10 (sexta-feira)
16h – FUNARTE MG
No espetáculo “GRÃO”, adolescentes do Assentamento Bela Vista compartilham suas trajetórias em cena, revelando memórias, saberes e afetos do cotidiano no campo. Por meio de uma dramaturgia espiralar, emergem temas como ancestralidade, vínculo com a terra, identidade e sonhos. A criação é um ato coletivo de escuta, presença e valorização da vida camponesa no interior do Estado de São Paulo (Araraquara/SP).
Duração: 70 min
Classificação: Livre
Acessibilidade: Intérprete de Libras ![]()
Grupo: @_ciateatro_belavista
Direção: @vferrari /
Elenco: @yasmim180m / @dani._.fgx / @kaleu_alves8 / @m.jao1
Ficha técnica
Elenco: Danielle Cristina Lima de Jesus, João Manoel Pereira Silva, Kaléu Alves Barbatto e Yasmim Ferreira Marques
Direção e dramaturgia: Viccy Ferrari
Provocação dramatúrgica: Gabriel Cândido
Fotografia: Ana Karolina Gonçalves
Vídeo: Bruno Marques
Iluminação: Karen Mezza
Criação da música “GRÃO”: Lucas Antonio

SANKOFA – Um Menino Brasileiro
com Grupo de Extensão da Escola de Teatro Meninos de Luz/Musa Cia Teatral (Rio de Janeiro/RJ)
29/10 (quinta-feira)
16h – FUNARTE MG
João, um jovem criado em um orfanato, ao completar 18 anos precisa escolher um sobrenome antes de iniciar sua vida adulta. Angustiado por não conhecer suas origens, embarca em uma jornada fantástica através de um sonho. Guiado por personagens inspirados em tradições populares brasileiras, como o Bumba Meu Boi, o Maculelê, a Capoeira, as Lavadeiras e a Congada, João atravessa desafios e descobertas em busca de sua identidade. Misturando música, dança e teatro, o espetáculo aborda de forma poética sobre ancestralidade, resiliência e a busca por quem somos.
Duração: 55 min
Classificação: 12 anos
Acessibilidade: Intérprete de Libras![]()
Ficha técnica
Realização: Solar Meninos de Luz
Idealização: MUSA Cia Teatral
Dramaturgia: Maria Augusta Montera
Direção e preparação de elenco: Cheila Oliveira
Direção Musical e Trilha Sonora Original: Tauã de Lorena
Assistente de direção musical: Wesley Sant’Anna e Malice
Coreógrafo: Wesley Sant’Anna
Bonequeiro: Zé Luiz Reis
Orientação para manipulação de bonecos: Michelle Guimarães
Cenógrafa, Figurinista e Visagista: Mirely de Jesus
Assistente de cenografia e figurinos: Anna Aquino
Iluminação: Luiz Paulo Barreto
Designer Gráfica: Marcos Paulo Pinheiro
Direção Geral e Produção Executiva: Solar Meninos de Luz
Coordenação de Produção e Coordenadora da Escola de Teatro: Cheila Oliveira
Assistente de produção: Mirely de Jesus
ELENCO:
Ana Clara: Dona Raimunda/Senhora dos Caminhos e coros
Anna Aquino: Catirina, lavadeira e coros
Eduarda Kore: Lavadeira e coros
Eduarda Eiko: Lavadeira, escrivã e coros
Igor Nickal: Pai Francisco, capoeirista e coros
Johny Tabelini: Amo, João e coros
Jhonatan Teodoro: Capoeirista, João e coros
Jorge Henrique: Pajé, João e coros
Marcos Paulo: João
Malice: Tatiana
Mirely de Jesus: Capoeirista, Rainha e coros
Wesley Sant’Anna: Mestre Capoeirista
EQUIPE SOLAR MENINOS DE LUZ:
Presidente e Diretora Pedagógica: Isabella Maltarolli
Vice Presidente/Diretor Administrativo: Guilherme Maltarolli
Coordenadora das Atividades Complementares: Alessandra Almeida
Projetos e Mobilização de Recursos: Mayra Andrade
Comunicação: Raquel Maia
Compras e Doações: Fernando Barbosa
Supervisor da manutenção e limpeza: Reginaldo Santos
Manutenção: Tarcísio Rodrigues e Sr. Carvalho
AGRADECIMENTOS ESPECIAIS:
Stephanie Dourado, Juliana Manhães, Jhuan Capella, Projeto Girô.

O que cabe no caderno? AdoleSer
com Corpo Composto (Aparecida de Goiânia/GO)
31/10 (sábado)
16h – FUNARTE MG
Espetáculo de dança sobre crescer e carregar no corpo aquilo que nem sempre cabe em palavras. A obra nasce no território da escola, entre cadeiras, cadernos, diários, silêncios e vozes que atravessam a adolescência. Em cena, lembranças de infância se misturam às cobranças de desempenho, ao medo de não dar conta, à sensação de não pertencimento, aos conflitos familiares e à necessidade de encontrar apoio para continuar. Como um diário coletivo aberto diante do público, o espetáculo vai revelando páginas de uma fase marcada por dúvidas, descobertas, pressões e afetos.
Duração: 35 min
Classificação: 12+
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Ficha técnica
Espetáculo: “O que cabe no caderno? AdoleSER”
Grupo: Grupo Corpo Composto
Instituição: Instituto Federal de Goiás – IFG | Campus Aparecida de Goiânia
Direção Artística: Ysa Bella Cardoso
Coordenadora: Rousejanny Ferreira
Professora Assistente: Clara Izabel Campos
Produção Executiva: Cinara Santana
Concepção e Dramaturgia: Grupo Corpo Composto, a partir do processo de criação coletiva, com direção de Ysa Bella Cardoso
Coreografias: Grupo Corpo Composto, sob direção de Ysa Bella Cardoso
Preparação de Elenco: Ysa Bella Cardoso e Clara Izabel Campos
Elenco: Angelina Costa Araújo, Helloiza Lima, Henrietta de Castro Vilela, Janaína Menezes, Laís Pereira Lopes, Laura Iaras Siqueira (Nome social: Yamei Siqueira), Lysa Cristina Lima dos Santos Barrozo, Maria Eduarda Mello (Nome social: Raven Mello) e Sophia Martins do Nascimento.
Operação de Som: Grupo Corpo Composto
Operação de Luz: Corpo Composto
Produção: Grupo Corpo Composto
Realização: Grupo Corpo Composto – Instituto Federal de Goiás (IFG) – Campus Aparecida de Goiânia.
PROGRAMAÇÃO ASSOCIADA

O Pequeno Príncipe Negro
com Núcleo de Formação em Teatro do Sesc Cenário (Belo Horizonte / MG)
31/10 (sábado)
11h – SESC PALLADIUM (Teatro de Bolso)
Guiada pelas forças ancestrais do vento e pendurado na rabiola de um papagaio, um menino negro atravessa o céu, viajando de planeta em planeta para descobrir as histórias que habitam as estrelas e o batuque do peito. Em sua travessia, surgem vozes ancestrais como a da Baobá, árvore que guarda memórias, força e cuidado. Inspirado na obra O Pequeno Príncipe Preto, de Rodrigo França, o espetáculo ganha novas cores e caminhos na criação dos alunos do Núcleo de Formação em Teatro do Sesc Cenário, unindo narrativa, música e referências à identidade, ancestralidade e afetividade da cultura negra.
Duração:80 min
Classificação: Livre
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Ficha técnica
Texto: O Pequeno Príncipe Preto – adaptação dramatúrgica da obra original de Rodrigo França
Figurino: Luiz Dias
Cenografia: Mari Teixeira
Percussão: Joao Pedro Barbosa Alves
Cavaquinho: Cissa do Cavaco
Violão: Junim Ribeiro
Instrutores Técnicos de Artes Cênicas: Francine Leite, Michelle Sá e Marcelo Alessio
Estudantes: Caroline Vitoria Fagundes dos Santos, Eduardo Ribeiro Menezes, Emilly Pereira Santos, Helena Mariana Alves Delfino, Ingrid Luany Marques de Souza, Izabella Ribeiro Menezes, Joaquim Lima Almeida, Livia Franco Luzia, Maria Eduarda Moreira Dias Campos, Sabine Rosa de Lima Fonseca, Sara de Oliveira Rodrigues, Suzana Rodrigues de Miranda e Yasmin Aparecida Santana de Almeida.
OLHARES
Encontro entre os grupos participantes e a comissão artística – formada por profissionais e acadêmicos das artes cênicas – para conversar sobre os processos de criação e suas montagens. As conversas da categoria Escola de Teatro são abertas ao público.

Bate-papo sobre “Ganga”
29/10 (quinta-feira)
17h30 – FUNARTE MG
Coletivo ATERRA (São Paulo / SP)
Comissão Artística: Carol Correa e Alan Rodrigues
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Bios
Nome artístico: Carol Correa
Mini bio: Mineira, atriz, diretora, curadora, produtora cultural e articuladora internacional com mais de vinte anos de atuação nas artes cênicas. Mestre em Artes pela Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG, 2024), possui pós-graduação em Teatro de los Sentidos pela Universidad de Girona, na Espanha (2021), pós-graduação em Performance e Arte pela Faculdade Angel Vianna (2013) e graduação em Comunicação Social pela PUC Minas (1998). Atua também como professora de espanhol há mais de vinte e cinco anos. É idealizadora e curadora do Encontro Latinoamericano de Teatro (ELA), que celebra 10 anos em 2026 e curadora Internacional do Festival Tiradentes em Cena.
Nome artístico: Alan Rodrigues
Mini bio: Alan Rodrigues é ator, pesquisador e coordenador operacional do Centro Cultural Galpão Cine Horto, onde atua há dez anos. Sua trajetória transita entre a criação artística, a escrita, a pesquisa, a gestão cultural e a construção de espaços de encontro. Artista interessado nas relações entre corpo, memória, território e política, compreende a arte como uma forma de existência, sobrevivência e transformação. Em sua prática, busca olhar para o cotidiano como matéria de criação e para o corpo como lugar de memória, resistência e possibilidade.
Crédito Imagem: Pedro Lana
Bios
Nome artístico: Dagmar Bedê
Mini bio: Iniciou sua pesquisa em linguagem circense e palhaçaria em 2008. É palhaça, atriz, cabaretera, faquiresa, diretora, formadora, produtora e gestora cultural, atuando em grupos e coletivos como a plataforma de criação Divinas Tetas (da qual é cofundadora), o coletivo de drag king e cuir Manos Específicos e a Trupe Estrela (Espaço Comum Luiz Estrela). Ao longo de sua trajetória, realizou formação com importantes nomes da palhaçaria e participou de festivais nacionais e internacionais no Brasil e no exterior, como o Esse Monte de Mulher Palhaça (RJ), o Festival International de Théâtre de Rue d’Aurillac (França) e o Festival Internacional de Cabaret (México). É mestre em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Ouro Preto e doutoranda pelo Programa de Pós-Graduação em Artes da Universidade Federal de Minas Gerais, onde desenvolve pesquisa sobre as transversalidades entre palhaçaria e cabaré latino-americano.
(Crédito Imagem: Lina Mintz)
Nome artístico: Raquel Castro
Mini bio: Raquel Castro de Souza é atriz, dramaturga e diretora de teatro. Professora do Departamento de Artes Cênicas da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), Minas Gerais/Brasil e idealizadora do Coletivo Mulheres Encenadoras (Belo Horizonte/MG). É autora da dramaturgia “La chica que matou Almodóvar”, publicada pela convocatória Brasis, da editora Javali (Brasil) e do livro Craca de Tartaruga, publicado pela Edições de Minas (2026).
(Crédito Imagem: Matheus Soriedem)

Bate-papo sobre “Só + Duas Histórias Latino-Americanas e Fim”
31/10 (sábado)
17h30 – FUNARTE MG
O Mesmo Grupo (Salvador/BA)
Comissão Artística: Marcos Alexandre e Marina Viana
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Bios
Nome artístico: Marcos Antônio Alexandre
Mini bio: É Professor Titular da UFMG, onde atua na graduação e na pós-graduação do curso de Letras e ministra disciplinas no curso de Teatro, também é credenciado como Professor Permanente no PPGArtes – Mestrado em Artes da UFSB. É bolsista do CNPq – Nível 1C, Coordenador do NEIA – Núcleo de Estudos Interdisciplinares da Alteridade da FALE/UFMG, Editor da Aletria – Revista de Estudos de Literatura e Líder do literafro: Portal da Literatura Afro-brasileira: pesquisas em rede, grupo de pesquisa do CNPq. Realizou pesquisas de pós-doutorado sobre “Teatro Negro”, no ISA – Havana e no PPGAC, da UFBA (2008-2009), e sobre “Alteridades e Performance”, no Instituto Hemisférico de Performance e Política das Américas – NYU e no NEPPA – PPGAC – Unirio (2017-2018) e sobre “Poéticas dos corpos”, na Universidad Complutense de Madrid e no Programa de Pós-Graduação em Letras da UFPE (2024-2025). É crítico colaborador do Site Horizonte da Cena e Membro da Associação Internacional de Críticos de Teatro (IACT-AICT). Entre os livros publicados, destacam-se O teatro negro em perspectiva: dramaturgia e cena negra no Brasil e em Cuba (Malê, 2017) e Da Performance à Crítica Teatral (Javali, 2024).
Crédito Imagem: Matheus Soriedem
Nome artístico: Marina Viana
Mini bio: É atriz, performer, dramaturga e diretora de artes cênicas em Belo Horizonte. Mestre em Artes Cênicas pela universidade Federal de Ouro Preto com a dissertação Pequeno Organon Para o Teatro Fanzine performatização da precariedade, autodeboche e plagicombinação no Teatro de Belo Horizonte dos anos 10 ou Cabaré, Carnavandalização e poetas-vedetes nas Alterosas dos anos 10. É integrante do Mayombe Grupo de Teatro, Teatro 171, Cia Primeira Campainha e é colaboradora de vários outros coletivos da cidade e fora dela. Também é avulsa. Poeta e Vedete. Teve banda, já publicou Zines, realiza prêmios e faz cabarés. Escreve manifestos e plagicombina canções alheias.

Bate-papo sobre “Receita”
01/11 (Domingo)
15h30 – FUNARTE MG
Com Coletivo Sankofa (Belo Horizonte / MG)
Comissão Artística: Gil Amâncio e evandro nunes
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Bios
Gil Amâncio
É Doutor por Notório Saber em Conhecimento, Educação e Inclusão Social pela UFMG – Universidade Federal de Minas Gerais e prof. de música na Escola de Teatro da UFMG. Sua atuação no Atlântico Negro, como artista e educador ganharam o reconhecimento da crítica nacional e internacional e vários prêmios. Desde 1976 quando entra na cena artística e cultural de Belo Horizonte habita as encruzilhadas. Suas criações são atravessadas pelas artes do som, da palavra, domovimento e da imagem. Como artista criou a Cia SeráQue?, a Sociedade Lira Eletrônica Black Maria, o Coletivo Black Horizonte e o Coletivo de Cinema Coisa de Preto. Criou projetos como FAN – Festival Internacional de Arte Negra de Belo Horizonte, e o CRCCA – Centro de Referência Cultural da Criança e do Adolescente. Atualmente habita o “Ciberterreiro” um espaço do pensar/ agir, do vadiar, do hackear e da criação que tem como fundamento a contra-colonização e a cosmopolipercepção dos povos afrodiaspóricos.
Redes sociais @gilamancio54
evandro nunes
Uai, aqui é evandro nunes! Preto retinto, mineiro de Belo Horizonte, ator, diretor em teatro, brincante, contador de história, pesquisador das artes e das teatralidades negras, coordenador pedagógico do Teatro Negro e Atitude, conversador sobre masculinidades, doutor e mestre em Educação, especialista em promoção da igualdade racial na escola, pedagogo; enamorado do candomblé e de uma boa comida, adoro viajar e conhecer muitas “gentes”, leio muito e faço poesia. Ah grafo meu nome em minúsculo e uai, quer dizer uai mesmo (risos)
Redes sociais @evanndrun
(Crédito Imagem: autoretrato – Evandro Nunes)
CaFETO
Tradicional café-encontro do Festival, é um espaço de convivência, troca de saberes e experiências entre participantes, Comissão Artística, produção e público interessado.
O CaFETO, tradicional café-encontro do FETO, propõe nesta edição uma conversa sobre os processos criativos a partir da experiência de criar coletivamente. “Criar em bando” convida artistas, estudantes, educadores e público a compartilhar experiências e refletir sobre os muitos modos de construir juntos, reconhecendo a criação também como espaço de encontro, troca e transformação. Como diferentes ideias, desejos e repertórios encontram um caminho comum? Que acordos, conflitos, afetos e descobertas atravessam uma criação até que algo ganhe corpo e chegue à cena? O que cada pessoa traz para o bando — e o que só passa a existir quando esse bando se encontra?

CaFETO - Café-encontro do festival
Tema: “Criar em bando”
1/11 (domingo)
17h às 19h – FUNARTE MG
Comissão Artística: evandro nunes, Lira Ribas e Kelly Crifer
Acessibilidade: Intérprete de Libras ![]()
Bios
evandro nunes
Uai, aqui é evandro nunes! Preto retinto, mineiro de Belo Horizonte, ator, diretor em teatro, brincante, contador de história, pesquisador das artes e das teatralidades negras, coordenador pedagógico do Teatro Negro e Atitude, conversador sobre masculinidades, doutor e mestre em Educação, especialista em promoção da igualdade racial na escola, pedagogo; enamorado do candomblé e de uma boa comida, adoro viajar e conhecer muitas “gentes”, leio muito e faço poesia. Ah grafo meu nome em minúsculo e uai, quer dizer uai mesmo (risos)
(Crédito das fotos: Rogério de Souza / Crédito: Arquivo pessoal – Evandro Nunes)
Lira Ribas
É uma atriz, diretora e figurinista, atuante no teatro, cinema e carnaval. Atuou em diversas peças em Belo Horizonte como “Dente de Leão” do Grupo Espanca, e também dirigiu outros grupos onde ganhou prêmio Sinparc MG como melhor diretora com o espetáculo “… e peça que nos perdoe” em 2013 e ” Marku Musical” indicado ao Prêmio Shell de Teatro de 2025. Como atriz participou de vários filmes, entre eles “ Estado Itinerante” de Ama Carolina Soares, no qual ganhou melhor atriz no Festival de Cinema de Brasília em 2016 , “Luna “, de Cris Azzi, “Tinnitus” de Gregório Graziosi, “O Silêncio das Ostras” de Marcos Pimentel e ” O Natal de Rita” de Ricardo Alves Jr produzido pela Globo. Na função de figurinista, também foi indicada ao prêmio Sinparc MG diversas vezes.Além de dirigir no teatro, Lira Ribas também dirigiu shows em Belo Horizonte, entre eles de Marcelo Veronez, Mariana Arruda, Júlia Ribas e Sérgio Pererê.Também trabalhou como Mestre de Cerimônia no Noite no Museu Memorial da Vale, Mostra Cine BH , Tiradentes e Ouro Preto, Tributo a Marku Ribas e Minas Canta Marku. Fundadora e coordenadora de dois Blocos de Carnaval muito expressivos em Belo Horizonte, o Corte Devassa e o Magnólia, ambos com mais de 12 anos de história, Lira Ribas é atuante no carnaval de rua da cidade e seus desdobramentos durante o ano, tendo como características um olhar estético, artístico e político.
Crédito Fotos: arquivo pessoal
Kelly Crifer
É atriz de teatro e cinema. Professora dos Cursos Livres de Teatro do Galpão Cine Horto desde 2010. Foi integrante do Grupo Teatro Invertido entre 2006 e 2017 com destaque para os espetáculos Proibido Retornar (foi indicada ao Prêmio de Melhor atriz pelo Sesc Sated 2010; Recebeu o prêmio de melhor dramaturgia Sinparc 2014.) Os Ancestrais, texto e direção de Grace Passô; Noturno, Direção Yara de Novaes e Mônica Ribeiro, texto Sara Pinheiro. Em 2023 estreou junto a Zula Cia de Teatro o espetáculo CASA. Atua também em Banho de Sol, da mesma Cia. Atuou no espetáculo Jardins, Direção de Rogério Araújo (indicada ao Prêmio de Melhor atriz pelo Sinparc MG 2019). Atuou em Antes do Silêncio, texto e direção de Eid Ribeiro. Em 2020 foi indicada ao Prêmio Guarani de Cinema Brasileiro, por sua atuação no filme No Coração do Mundo (estreia no Internacional Film Festival Rotterdam 2019) de Gabriel Martins e Maurílio Martins – Filmes de Plástico. Está na série Hit Parade, dirigida por Marcelo Caetano.
CRÍTICAS E RESENHAS
Seção do festival dedicada à reflexão escrita sobre os espetáculos das categorias Teatro Na Escola e Escola de Teatro. Cada pessoa convidada acompanha os quatro trabalhos de sua categoria e produz um texto especializado sobre uma das obras. Os textos serão compartilhados com os grupos, ficarão disponíveis no site do Festival e, no dia 01/11, integrarão o varal de Críticas e Resenhas durante o CaFETO.
Espetáculos – Escola de Teatro

Bramma Bremmer
Ganga – Coletivo ATERRA
Cabaré Cibernético – Cabaré Incoerente
Só + Duas Histórias Latino-Americanas e Fim – O Mesmo Grupo
Receita
Bio
Bramma Bremmer é artista de Belo Horizonte, transitando entre o teatro, o cinema e a literatura. Desde 2016 é cocriadora e atriz em diferentes projetos da Plataforma Beijo, entre eles os espetáculos Projeto Maravilhas, Encanto dos Insetos e Fazer Festa com o Perigo, além da mostra Quarta Kuir. É coordenadora de comunicação do Centro Cultural Galpão Cine Horto desde 2022 e já atuou em diferentes curtas e longas-metragens no audiovisual brasileiro. Participou como crítica teatral em mostras e festivais na cena mineira, e atualmente é também curadora e coordenadora geral do Festival Cenas Curtas do Galpão Cine Horto.
Crédito Imagens: Espaço Kika

Igui Leal
Sankofa – Um Menino Brasileiro – Grupo de Extensão da Escola de Teatro Meninos de Luz / Musa Cia Teatral
Grão – Cia. de Teatro Bela Vista
O Que Cabe no Caderno? AdoleSER – Grupo Corpo Composto
O Pagador de Promessas – Grupo TEMA (Teatro Marista) – Colégio Marista Dom Silvério
Bio
Igui Leal é artista. Doutorando em Artes da Cena, Mestre e Licenciado em Teatro pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), é também Bacharel em Psicologia pela mesma instituição e formado em Teatro pelo Centro de Formação Artística e Tecnológica (CEFART) da Fundação Clóvis Salgado.Desenvolve pesquisas e processos de criação nas interseções entre teatro, performance, cinema, sexualidades, educação e direitos humanos. Integra a Rede Estadual de Educação de Minas Gerais e cofundou a Plataforma Beijo, coletivo de criação e gestão cultural voltado às artes da cena e às dissidências de gênero. Também cura a Mostra de Arte Quarta Kuir.
OFICINAS

Gestão Colaborativa nas Artes da Cena
Com Lena Lunha
31/10 e 1/11 (sábado e domingo)
9h às 12h – Funarte MG
Local: Funarte
Vagas: 30
Duração: 6 horas
Classificação indicativa: 16 anos
A oficina investigará a gestão cultural sob a ótica da horizontalidade, da organicidade e dos desafios da convivência coletiva, articulando processos criativos a estratégias de organização, ao trabalho em rede e à inserção no mercado. Propõe uma imersão crítica sobre os modos de organização, produção e sustentabilidade de coletivos teatrais contemporâneos. Voltada para estudantes de artes cênicas, grupos de teatro, coletivos culturais e professores das áreas de produção, gestão e artes.
Bios
Lena Cunha é Gestora cultural, professora e pesquisadora da área de política e gestão da cultura. Doutora em Artes (EBA/UFMG), na linha de pesquisa Artes da Cena, mestre em Educação (FAE/UFMG), especialista em Planejamento e Gestão Cultural (PUC Minas) e graduada em História (UFMG). Publicou os livros Gestão Cultural: Profissão em Formação (DUO Editorial, 2007) e Planejamento Estratégico de Projetos e Programas Culturais (SENAC-SP, 2018). É diretora da Inspire Gestão Cultural desde 2011.
(Crédito Imagem: Poly Acerbi)

Interpretação para Cinema e TV para crianças e adolescentes
Com Byron O’Neill
29 a 31/10 (sábado a quinta)
9h às 11h30 – FUNARTE MG
Local: Funarte
Vagas: 20
Duração: 7 horas e 30 minutos
Classificação indicativa: 10 a 14 anos
A oficina propõe uma experiência lúdica de interpretação para cinema e TV, em que tudo começa pelo jogo. Com brincadeiras, improvisações e exercícios de atuação, os participantes exploram presença, escuta, imaginação e espontaneidade diante da câmera. Ao longo de três encontros, essas experiências se transformam em pequenos fragmentos de ficção registrados em vídeo. Voltada para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, com ou sem experiência prévia em atuação, interessados em experimentar a interpretação para cinema e TV de forma lúdica e criativa.
Bios
Byron O’Neill (Belo Horizonte, 1979) é diretor de teatro e cinema, dramaturgo, roteirista e preparador de elenco. No audiovisual, dirigiu curtas-metragens premiados e o documentário FETO 13 anos – Teatro, Encontros & Memórias. Atua também na preparação de atores para cinema e TV, tendo sido preparador de elenco dos longas Família, Dentro da Caixinha e Dentro da Caixinha – Mundo de Papel. É um dos idealizadores, ao lado de Bárbara Bof, do FETO – Festival Estudantil de Teatro, realizado desde 1999. No teatro, é um dos fundadores da Cia. 5 Cabeças, na qual dirigiu e escreveu espetáculos premiados, e desenvolve trabalhos com outros coletivos da cena contemporânea belo-horizontina. É diretor e dramaturgo da peça Las Choronas, criação que reúne artistas da Cia. 5 Cabeças, Pigmalião Escultura que Mexe e Mulher Que Bufa. Sua trajetória articula direção, dramaturgia e preparação de elenco, com experiência no trabalho do ator para teatro, cinema e TV.
Crédito das Imagens: Arquivo Pessoal

